Natural Christmas Wreath, com o bom gosto da LOVE magenta blog

2 sensações partilhadas
De alguns anos para cá, construir uma Coroa de Natal passou a ser uma das tradições desta época festiva. O jeito é quase nenhum, confesso. Até porque trabalhos manuais nunca foram a minha praia. Contudo, é sempre com muito entusiasmo, com muita dedicação que tento fazer o melhor possível para que a minha entrada de casa, a mesa de jantar e outros espaços do lar sejam o espelho do espírito natalício. Para além da dedicação, faço sempre questão de procurar inspiração no trabalho de pessoas que admiro. Procuro tendências, processos, tutoriais, informação de valor. Isto quer seja para o Natal, quer seja para qualquer altura do ano que me "obrigue" a usar as mãos criativamente. É nessa pesquisa que entra um blogue que reúne toda a informação que preciso, e que tem feito as minhas delicias nos últimos tempos: O LOVE magenta blog.

A Sandra é a autora deste espaço virtual. Ela tem uma visão  e sensibilidade especial. Sabe acompanhar as tendências, percebe de decoração, transborda inspiração, e consegue guiar os seus leitores pelas imagens mais bonitas de casas, de colecções de móveis, de cores. Acima de tudo, a Sandra é dotada de um bom gosto fora de série.
Quando preciso de sonhar acordada, lá dou eu uma espreitadela ao seu blogue. Imagino muitas vezes: um dia vou ter uma casa assim, ou este móvel ficava tão bem lá em casa. Geralmente, fico rendida às imagens de cozinha que ela partilha. Uma coisa é certa, se preciso de estar in no que toca a decoração, basta-me seguir o LOVE magenta blog.  Portanto, recentemente partilhei com ela esta minha paixão por Coroas de Natal e a minha inaptidão para as concretizar como deve ser. Prontamente, a Sandra se disponibilizou a ajudar-me nesta tarefa. E mesmo com a agenda super preenchida (sabemos todos como pode ser stressante o final do ano), arranjou um tempinho para me ajudar (e a todos vocês) a construir uma Coroa de Natal fácil de fazer, bonita e que se enquadra nas tendências em voga. Acho que vão gostar muito deste artigo. Cheira-me até que vão aproveitar o fim-de-semana prolongado para deitar mãos a esta inspiração natalícia.








«Já estamos em dezembro, por isso é tempo de preparar e de celebrar o Natal com alguns detalhes especiais.

As tradições de Natal mantém-se, mas agora com uma nova roupagem, onde os elementos decorativos tendem a sofrer uma evolução natural, alteram-se cores, formas e texturas, mas o sentimento é sempre o mesmo, abraçando graciosamente algumas tendências.

Adoro este tipo de coroas, com um registo algo tosco e pouco estruturado, com um mix de elementos naturais, com recurso a várias ramagens, como o eucalipto, galhos de pinheiro (Abeto), galhos de oliveira, alecrim, azevinho, salva, bagas ou flores naturais, tudo é permitido...

E são muito fáceis de construir, mesmo para quem não tem experiência neste tipo de projetos. Precisam de um alicate de corte, uma tesoura, um cabide de metal, arame fino (de cor verde), e de vários tipos de ramagens.

Eu utilizei um cabide de metal como estrutura, alterando a sua forma para um circulo; depois envolvi o circulo com o eucalipto, que é bastante flexível (fixar com o arame); de seguida fiz pequenos raminhos com o pinheiro (abeto), eucalipto e a Gipsofila (unindo com o arame); e por fim foi só compor a coroa. As possibilidades de composição são muitas, é só deixar a criatividade fluir...

Deixo-vos com dois tutoriais lindos para recriarem a vossa coroa de Natal, o Couronne Du Temps Des Fêtes e o Eucalyptus Christmas Wreath, espero que gostem!»
Photo credits | LOVE magenta blog
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Calendário Reservatório de Sensações - Um novo projeto para receber 2018

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O fim do ano aproxima-se a passos largos. Não sei se vocês são como eu, mas assim que Novembro se chega à frente, começo a rodear-me de agendas e calendários referentes ao novo ano. Sempre tive esse fascínio. Sentar-me em silêncio e percorrer as páginas e datas em branco e imaginar, sonhar a melhor maneira para as preencher. Portanto, quando o Reservatório começou a ganhar "corpo encorpado", surgiu esta vontade de lançar o meu próprio calendário, com as Sensações que me representam. Durante anos faltaram os parceiros ideais para dar asas a esta concretização. E confesso que também houve demasiado medo.


Mas o universo arranja sempre forma de nos empurrar na direcção certa. E na minha vida apareceram os ilustradores/designers/artistas/pessoas de bom gosto Ana Seia de Matos e Luís Belo. Já nos conhecemos há algum tempo, acompanhamos o trabalho uns dos outros e voilá, o click surgiu. A Ana Seia de Matos aceitou o meu desafio para reinterpretar, através da ilustração, 12 receitas minhas para dar forma a um calendário diferente. E o Luís, como tão bem sabe fazer, reuniu a minha inspiração, reuniu a arte da Ana e deu vida a um produto final que espero que vos encante, tal como me fascinou. Agradeço toda a paciência que tiveram comigo, e por me terem brindado com o seu talento puro.


O Calendário Reservatório de Sensações é um calendário de pequenos nadas, pequenas sensações, pequenos cheiros, pequenos sabores. Nenhuma das receitas ilustradas servirá para confeccionar um banquete ou uma refeição por completo. O propósito é de proporcionar algumas desculpas para um piquenique especial, para um lanche com quem mais se gosta, para um pequeno-almoço preguiçoso, para fazer sonhar com os convívios em torno de pequenas iguarias. Este é sem dúvida um calendário de sensações. Para que todos nós tenhamos um 2018 sensacional.

Claro que para além do meu muito obrigada à Ana e ao Luís, também tenho de agradecer às minhas pessoas especiais, aquelas que estão sempre lá para mim e que todos os dias me proporcionam a ferramenta mais importante da vida: a força de acreditar em mim, nos meus projectos, no amor. Obrigada Marido, obrigada Mãe, obrigada Pai, obrigada Mana. 

Aproveito para convidar todos os seguidores do Reservatório de Sensações a aparecerem na apresentação deste singelo calendário, no próximo dia 09 de Dezembro, às 16h30, no Atelier Guida Design Eventos, em Viseu.

Características do calendário
Formato de calendário de secretária, com base estruturada, tamanho 260x115 a cores, em papel munken 120g e capa a 300g. Para mais informações e pedidos: reservatoriodesensacoes@gmail.com

Nota: as imagens são meramente ilustrativas, uma vez que se tratam apenas das provas finais da tipografia.
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Pequeno-Almoço de Natal pelos talentosos da Humor ao Lume

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A Liliana e o Hugo são os responsáveis por uma das empresas de catering mais bonitas que conheço, a Humor ao Lume. Apesar de não nos conhecermos pessoalmente, os nossos caminhos há muito que se cruzaram e desde então tenho acompanhado a dedicação e entusiasmo que os dois devotam ao mundo da culinária. A Liliana e o Hugo, no seu trabalho, não vendem comida, não servem apenas algo para encher o estomâgo. Na realidade, eles vão muito mais além, esforçam-se para oferecer magia, felicidade, conforto a todos os seus clientes. Talvez por isso, o seu trabalho é cada vez melhor, mais bonito, feito cada vez mais próximo das pessoas e apreciado por todos. Sempre que lançam um editorial sobre comida, ou que revelam um pouco do que fazem para as diferentes festas é imposível ficar indiferente às fotos encantadoras. Desafiei a Liliana e o Hugo a escreverem um bocadinho sobre como vivem o Natal e a partilhar uma receita que associam a esta época festiva. A sua escolha recaiu numa proposta para um pequeno-almoço relaxado na manhã de Natal. Tenho a certeza que vão gostar tanto, quanto eu apreciei.



« A época natalícia é de facto a mais mágica do ano!
Nós sempre tivemos imensos rituais de natal…ora com os avós a preparar os doces clássicos, ora a ajudar os nossos pais no que fosse preciso. Nunca víamos os filme porreiros que davam na véspera de Natal. 

Andamos sempre pela cozinha….ora a ajudar, ora a petiscar… Os sonhos no forno com calda de mel, as rabanadas, o típico rolo de chocolate,… os bilharacos eram e são todos feitos em casa. Temos mesmo de culpar os nossos pais pelo bichicnho da cozinha. Fora da cozinha, umas prendas de última hora que precisam de ser embrulhadas. Por volta das 20h já estamos todos à mesa em grande alegria. 

Mais especial do que a ceia de nata é para nós a manhã de natal, onde não podem faltar as músicas de Natal, e ainda de pijamas, todos à beira da árvore de natal vemos em gargalhadas o que calhau no sapatinho. 

Brincadeiras é a palavra de ordem e depois da diversão…o pequeno almoço! Os doces ainda estão na mesa mas….como resistir em preparar uma refeição para partilharmos todos do mesmo prato e vivermos ainda mais esta época.

A receita é inspirada numa do Jamie oliver e recomendamos que experimentem porque vão adorar. »
 Liliana e Hugo



Waffle de grelhador com fruta

Ingredientes
2 ovos
300 ml de leite
225 g de farinha
2 colheres de chá de fermento em pó
¼ colher de chá de sal
100 g de manteiga sem sal, derretida e fria, mais 1 colher de chá extra para untar o grelhador

Parta os ovos para uma tigela, adicione o leite e bata até combinar. Peneire a farinha, o fermento em pó e sal, e em seguida, bata até os ingredientes estarem totalmente combinados. Adicionar a manteiga derretida e arrefecida gradualmente e misturar. É importante que não se mexa a mistura mais após estar tudo combinado. (Se tiver tempo deixe repousar cerca de 30 min.) Coloque um grelhador ou frigideira em fogo alto, adicione a colher de chá extra de manteiga e assim que ela estiver derretida despeje a massa de waffle. Baixe um pouco o lume e deixe cozinhar cerca de 8 min de cada lado, até ficar dourado e cozido. (é um pouco difícil virar a waffle pois ela quebra um pouco nas pontas, mas como o Jamie diz fica com o ar rústico!). Para servir coloque a cobertura que mais gostar. Nós colocamos maple suryp, morangos, mirtilos e fisális. Polvilhado com açucar em pó!
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Bolachas de Manteiga de Amendoim e Chocolate (ou reflexões para entrar na época festiva)

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As luzes com diferentes formatos, cores e intensidade já brilham nas ruas. O azevinho do jardim dos pais está carregadinho de bolas vermelhas. As lojas emanam inspiração festiva. O verde, o vermelho, os dourados e os prateados juntaram-se em todas as montras. Nos centros comerciais os pais natais apelam ao consumismo celebrativo. O cheiro das lareiras tem outro significado. E sempre que pressinto o aroma a canela no ar o meu estômago veste-se de desejos natalícios. É oficial, mais um Natal que está a porta. O lufa-lufa de papeis de embrulho, de fitas e lacinhos, de sonhos e azevias, de cartas ao Pai natal, de manhãs de sozinho em casa e serões de música no coração começou outra vez. Na família, há quem já venha a preparar esta época desde o final das férias de Verão. Confesso que não é o meu caso. Natal é sempre que o Homem quiser, dizem. Para mim, o Natal fica mesmo bem quando chega a partir de início de Dezembro.


Gosto do Natal. Poderia não gostar. Há quem não goste e isso deve ser respeitado, que eu não sou de convenções politicamente correctas. Mas eu gosto a valer do Natal. São tantas e tão boas as memórias que guardo desta altura do ano. Fui habituada a ter Natais fartos: em pessoas, em doces, em serões descontraídos, em alegria pura. Eramos sempre mais de vinte à mesa (ou quase sempre), a criar as nossas próprias tradições. E como eu adoro tradições. Por exemplo, em casa dos meus avós maternos cada casal tinha direito a uma travessa de batatas, bacalhau e couves. Cada casal tinha de degustar a ceia directamente da travessa. Não sei como começou esta tradição, não sei se é algo regional ou apenas de casa dos meus avós. Uma coisa eu sei, não foi por falta de pratos, que a minha avó sempre teve serviços de loiça lindos. Vibrava com aqueles momentos. Eu, a minha mãe e o meu pai, os três juntinhos a saborear o Natal, sem distracções, apenas a sentir o azeite caseiro a embrenhar-se nas batatas, o bacalhau a lascar como manda o figurino. Lembro-me que a minha avó me cozia sempre um ovo, na altura o bacalhau não era muito meu amigo. Aquele ovo sabia-me ao melhor manjar. Já em casa dos meus avós paternos o Dia de Natal tinha um travo a Bisca e a Sueca. Depois do almoço a jogatina era obrigatória. Lembro-me como ficava chateada cada vez que os "grandes" não me queriam para par na Bisca. Ficava tão fula, que passei a adolescência a aprender os truques e a sinalética de jogos de tasca. Olhando para trás, sei que fui sempre uma privilegiada. Existem regalias que não se medem em dinheiro, nem em prendas, nem em serviços de loiça vistosos, nem em árvores de Natal grandiosas. Sentem-se nas memórias e nos afectos que se guardam bem lá no fundo do coração, naquele compartimento onde não entram rancores, nem más energias, nem deturpadores de memórias.




Os anos avançaram e as coisas mudaram. Os tios casaram, tiveram filhos, alguns familiares emigraram, alguns familiares desapareceram do mapa. A família cresceu e teve a sua divisão natural. Já não me posso sentar ao colo do meu pai enquanto nos rimos com as trapalhadas daquele que era miúdo e ficava sozinho em casa. Já não passeio pela cidade com a mãe, nem tiramos fotos junto ao presépio do centro histórico. As travessas são agora sempre substituídas pela individualidade de uma refeição colectiva. Tantas coisas do meu self, que nunca ficaram registadas em selfies, ou social medias. Tanta história, do meu eu, apenas gravada no capítulo das memórias. O natal invariavelmente mudou. E durante anos tenho-me sentido perdida, numa transição à qual não sabia dar valor, ou tentava travar com medo da metamorfose. Na transição entre a meninice e a fase adulta, quando me falavam do Natal, a resposta pronta era sempre a mesma: “Pois já chegou o Natal. Que Bom, mas ainda não senti o espírito de Natal”. Como se estivesse à espera que o bom fantasma do Natal me levasse às memórias de infância. Eu que sou tão defensora de que as coisas têm o seu tempo, demorei muito tempo a racionalizar que o meu espírito de Natal não pode ser o entusiasmo de gaiata repleto de inocência. Já sou adulta e cabe-me a mim dar aos mais novos da família boas memórias, bom espírito de natal, boas tradições e viver o Natal com um renovado mas feliz sentido. Até porque o Natal é mesmo a época ideal para dar! Cá em casa o Natal só chega a partir do início de Dezembro. Mas com estas reflexões já estamos em estágio. No meu caso com um renovado sentido de humildade e pronta a recordar, sem esquecer o futuro.




Biscoitos de Manteiga de Amendoim e Chocolate

Ingredintes

1 chávena de açúcar
125g de manteiga
1 ovo
1 chávena de farinha de trigo branca
1 chávena de farinha de trigo sarraceno
2 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de chá de fermento em pó
115 g de manteiga de amendoim

Colocamos o açúcar e a manteiga numa caçarola. Aquecemos, mexendo com uma colher de pau, até a manteiga arrefecer. Juntamos o ovo. Peneiramos as farinhas, o chocolate e o fermento em pó para dentro da caçarola. Por fim misturamos a manteiga de amendoim. Misturamos de novo até os ingredientes estarem bem ligados. Com as mãos formamos pequenas bolinhas com a massa, que dispomos no tabuleiro, previamente preparado. Levamos ao forno, pré-aquecido, a 180ºC durante 15 minutos, ou até estarem cozidos. Esta receita dá para cerca de 20 unidades.


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Fatias de pequenos-almoços repara(dores)

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Os últimos dias não têm sido fáceis. Contrastam com as imagens bonitas com que vou povoando o blogue, o instagram e o facebook. Tenho dores de cabeça. Dito assim, de forma tão directa, até parece um problema simples ou de fácil resolução. Mas não tem sido. Tenho dores se como certos alimentos, tenho dores senão como certas coisas. Tenho dores se durmo muito, tenho dores se durmo pouco. Tenho dores se faço exercício físico, tenho dores senão faço exercício físico. Estão a perceber a ideia que quero transmitir, certo? 2017 tem sido um pouco perverso neste sentido. E se há uns meses pensava que este problema tinha sido resolvido para sempre, hoje apercebo-me que o sempre é uma unidade de tempo muito poderosa de difícil alcance.







Se é nos piores momentos que as pessoas tóxicas que nos rodeiam se revelam, também é nos piores momentos que apreciamos as mais singelas dádivas da vida. São estes momentos de fragilidade que me fazem perceber a sorte que tenho, a sorte dos mimos que recebo, a sorte das boas pessoas que me animam, a sorte de receber pequenos almoços preguiçosos, a sorte de ter bons amigos que ficam comigo mesmo quando as dores aparecem, a sorte de ter alguém que me massaja a cabeça sem pedir nada em troca, a sorte de todos os dias ter acesso a um maravilhoso nascer de sol, a sorte de sonhar todos os dias acordada com um mundo melhor, a sorte de todos os dias dar um passo na defesa da minha moral e dos ideais em que acredito. Por isso, mesmo nos dias incertos é preciso relativizar, encontrar a paciência necessária para acreditar que tudo irá passar. E tudo irá passar. Nem que para isso, pedinche todos os dias pequenos-almoços repara(dores).



Fatias de Limão e Framboesa

Ingredientes
125g de manteiga
3 colheres de sopa de mel
Sumo de 1 limão pequeno
Raspa de 1 limão
2 ovos
½ de chávena de açúcar
2 ½ chávenas de farinha
3 colheres de sopa de leite
100gr de framboesas
1 colher de sopa de açúcar mascavado


Pré-aquecemos o forno a 160ºC. Derretemos a manteiga numa caçarola, juntamente com o sumo de limão e o mel. Tiramos do lume e reservamos. Numa taça juntamos os ovos e o açúcar e batemos bem, até a mistura dobrar. Adicionamos o preparado da caçarola. Voltamos a mexer bem. Peneiramos a farinha e o fermento para a mistura anterior. Adicionamos o leite, mexendo sempre. Vertemos a massa numa forma de pão previamente preparada. Numa taça à parte, esmagamos as framboesas de forma grosseira com a colher de açúcar mascavado. Vertemos por cima da massa. Com a ponta de uma faca, fazemos com que as framboesas esmagadas penetrem na massa. Levamos ao forno durante cerca de 40 minutos, ou até a massa estar cozida. Deixamos na forma durante cinco minutos e depois desenformamos para uma rede de arrefecimento. 












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Bolachas de Chocolate e Coco para receber o Outono

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Voltou a cheirar a castanhas assadas, a chá quente em cima da mesa, a lãs quentinhas que abraçam o corpo, a assados no fogão a lenha, ao café de cevada, à geada a cobrir os prados, aos bolos quentes com grossas fatias de queijo a derreter, a bagos de romã com açúcar, a lenha seca pronta a arder, às lareiras de natal, ao azevinho repleto de bolas vermelhas. Voltou a cheirar a Outono, com tudo aquilo a que tenho direito e gosto. Voltou finalmente a estação que eu adoro, que me faz querer abrandar e recolher no conforto da casa e junto das pessoas que me aconchegam.



E nem as noites escuras e longas conseguem retirar todo este romantismo ao Outono. Só adensa a vontade de acariciar o corpo e a alma com a luz das lareiras, a luz dos preparativos para as festividades que se aproximam, a luz de tudo aquilo que vem por bem, a luz das memórias de um Verão que este ano foi tão longo.


Voltou o Outono. E eu não podia estar mais contente. 




Bolachas de Chocolate e Coco

Ingredientes
3 colheres de sopa de oleo de coco
1/2 chávena de açúcar
1 ovo
2 colheres de chocolate em pó
2 1/2 chávna de farinha


Pomos o oleo de coco e o açúcar numa caçarola. Levamos a lume brando e deixamos derreter até o açúcar dissolver. Deixamos arrefecer. Juntamos o ovo e mexemos bem com uma colher de pau. Peneiramos o chocolate e a farinha para a caçarola e mexemos até os ingredientes estarem ligados. Colocamos a massa numa superfície ligeiramente polvilhada com farinha e amassamos ao de leve. Cubrimos a massa e guardamos no frigorífico durante 15 minutos. Estendemos a massa até ficar com 5mm de espessura. Cortamos as bolachas com o auxilio de um cortador de bolachas. Colocamos num tabuleiro, previamente preparado. Levamos ao forno a 190ºC durante 15 minutos, ou até estarem dourados.



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